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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Jackpot - 32 Super Tops (1979)


Depois de dois meses de ausência, regresso a este cantinho musical cibernáutico com uma recordação de 1979.
Esta colectânea de seu nome Jackpot - 32 Super Tops fez parte dessa magnifica colecção de vinis dos meus pais e foi a primeira de muitas da série Jackpot, que fez as delicias de muitos ouvidos nos anos 80 (equivalente á serie Now, actualmente)




Este album compilava diversos êxitos do ano de 1979 de artistas e grupos que estavam ligados à editora Valentm de Carvalho.
Esta colectânea era constituida por dois discos que tinham a particularidade de ser um em azul e outro vermelho.
O primeiro era composto por 17 êxitos nacionais e internacionais, mas o segundo era composto por um medley "disco-sound" com os maiores êxitos de Amáia Rodrigues. Vivia-se os loucos anos 70, onde imperava os sons e os movimentos do filme Febre de Sábado à Noite e que originou (mesmo que de forma efémera) o género disco-sound. Portugal foi um entre muitos países que abraçaram esse género de forma brutal.

Aqui fica o alinhamento:

Disco 1:
1 - Marco Paulo: Mulher Sentimental
2 - Suzi Quatro&Chris Norman: Stumblin' in
3 - The Fevers: Boa sorte
4 - Rita Coolidge: We're all alone
5 - Shirley Bassey: This is my life (la vita)
6 - Manuela Bravo: Sobe, sobe balão sobe
7 - Gabriela Schaaf: Eu só quero
8 - Fátima Caldeira - Adeus à vida
9 - The Fevers: Onde estão os teus olhos negros
10 - Racey: Some girls
11 - Paco Bandeira: Chula da Livração
12 - Squeeze: Cool for cats
13 - António Mourão: Cara de cigana
14 - Lara Li: Fandango da Moda
15 - Olivia Newton-John: A Litlle more love
16 - Tommy Seebach: Disco tango
17 - Betty Missiego: Su cancion

Disco 2:
1 -Medley: Cheira a Lisboa, Nem às paredes confesso, Amália, Foi Deus, É ou não é, Vou dar de beber à dor, Fadinho serrano, Amália, Fadinho da Tia Maria Benta, Malhão da Águeda
2 - Medley: Lisboa Antiga, Amália, Barco Negro, Lisboa não sejas francesa, Amália, Coimbra, Solidão (Canção do Mar), Uma casa portuguesa, Amália


















quarta-feira, 28 de março de 2012

Daniel Magal - Cara de Gitana (1978)

Na coleção de vinis dos meus pais, existem muitos géneros musicais e artistas...alguns bem conhecidos, outros que cairam no esquecimento. Daniel Magal é um desses casos...
Daniel Magal nasceu na cidade de Jujuy na Argentina e desde cedo mostrou uma grande aptidão para a música.
O ano de 1975 foi muito importante na vida deste artista, visto que foi o inicio a sério da sua carreira musical com a gravação de algumas canções populares argentinas com o grupo Guatambó.




Em 1977, lançou-se numa carreira a solo e logo como estreia surge a canção Cara de Gitana, que hoje falo neste blog.
Poucas informações tenho sobre este single, a não ser que a capa deste single  revela-nos de que existe uma versão portuguesa e inglesa da mesma música, como também este single fez sucesso nos paises latinos onde até hoje Magal goza de popularidade e, pelos vistos, também fez sucesso em Portugal.
Pelo menos os meus pais tinham o vinil...já quer dizer alguma coisa, não?



segunda-feira, 19 de março de 2012

Pedro Marin - Que No (1980)

Mais outro espanhol com direito a figurar neste blog, visto que este foi mais um single dessa distinta colecção de vinis dos meus pais.
Assim que descobri o titulo desta canção na Net, ela veio-me logo à cabeça...muito catchy e ritmada, foi o passaporte para o jovem de 19 anos Pedro Marin de iniciar uma carreira musical fulgurante.




Pedro Marin apareceu na cena musical espanhola em 1980 precisamente com este Que No e Aire, tendo sido o primeiro artista espanhol a trabalhar com sintetizadores e música electrónica, sendo visto como um exemplo para muitas bandas que apareceriam mais tarde. Ele obteve muito sucesso na Europa e nos paises da América Latina, mas de repente desapareceu da cena musical deixando para trás uma carreira que estava no auge. Pelo que se diz, foi banqueiro e regressou à música somente no novo século, mostrando que ainda tinha algo dizer no panorama musical espanhola.
Mas como legado, fica este Que No que foi bem sucedido cá em Portugal e tocado vezes sem conta em muitos rádios e gira-discos.




Juan Pardo - Amar Después de Amar (1980)

Recordo-me vivamente deste single na incontornável colecção de vinis dos meus pais, mas muito sinceramente não recordo da canção e de cantor. Mas deve ter sido alguém de relevo no nosso panorama musical noutros tempos porque Nuno Markl dedicou-lhe uma edição da "Caderneta de Cromos", por isso...vamos lá tentar analisar este mito espanhol.
Juan Ignacio Pardo Suárez nasceu em Palma de Maiorca, Espanha e é mundialmente conhecido pelo seu nome artistico de Juan Pardo.
Para além de cantor é compositor e, seguramente, é um dos nomes mais sonantes do panorama  musical espanhol, tendo construido uma carreira musical a sós como também em grupos nos anos 60. Também compôs para outros artistas como Los Pecos, Rocio Jurado, Luz Casal, Camilo Sesto, Massiel, etc.


Em 1980, ele lançou o single Amar Después de Amar, razão pela qual ele está a ser falado neste blog. Esta canção pertence ao album Juan, mucho más Juan e foi um êxito fulgurante no nosso país vizinho e, pelos vistos, entre nós também. Como já falei, não me recordo da canção e muito menos do artista (para mim está a ser uma descoberta), mas recordo-me vezes sem conta em ver e tocar neste vinil. É mesmo a única recordação que tenho de Juan Pardo...talvez os mais velhos tenham apreciado este artista espanhol em todo o seu esplendor, mas para mim passou-me completamente ao lado.